Pedro ZuzartePsiquiatria · Lisboa

Consultas de psiquiatria em Lisboa

A consulta de psiquiatria avalia, diagnostica e trata perturbações do humor, da ansiedade, do sono, do pensamento e da cognição. Começa sempre por uma avaliação.

Quando faz sentido uma consulta

Muitas pessoas chegam à psiquiatria depois de semanas ou meses a tentar resolver sozinhas um problema que não melhora. Não é preciso ter um diagnóstico prévio nem ser encaminhado por outro médico. Motivos frequentes:

  • tristeza persistente, perda de interesse ou de energia, culpa ou sensação de falta de valor;
  • ansiedade difícil de controlar, crises de pânico, preocupação constante;
  • dificuldade em adormecer ou em manter o sono, com cansaço durante o dia;
  • oscilações marcadas do humor e da energia;
  • queixas de memória, de atenção ou de concentração;
  • alterações da percepção ou do pensamento, desconfiança ou isolamento pouco habituais;
  • sintomas psíquicos associados a doença física, em particular doença cardiovascular ou demência;
  • revisão de um diagnóstico ou de uma medicação que não está a resultar.

Como decorre a primeira consulta

A primeira consulta é sobretudo de avaliação. Inclui a história clínica (motivos da consulta, evolução dos sintomas, episódios anteriores, doenças físicas, medicação, consumo de álcool ou de outras substâncias, antecedentes familiares) e o exame do estado mental.

Se tiver relatórios, análises recentes ou a lista dos medicamentos que toma, traga-os. Pode vir acompanhado por alguém próximo; parte da consulta pode decorrer só consigo.

Quando são necessários exames complementares

Nem todas as situações exigem exames. Podem ser pedidos para excluir uma causa médica dos sintomas (por exemplo, alterações da tiróide ou défices vitamínicos), para avaliar a segurança de um medicamento (electrocardiograma, função renal ou hepática, níveis de fármacos), para caracterizar queixas cognitivas com uma avaliação neuropsicológica ou, em casos seleccionados, para obter imagiologia cerebral.

Como se decide o plano terapêutico

O plano parte do diagnóstico e das preferências da pessoa. Pode incluir psicoeducação, medidas sobre o sono e o estilo de vida, psicoterapia, medicação ou a combinação destas abordagens. Antes de qualquer decisão, discutem-se as opções, os benefícios esperados, os efeitos adversos possíveis e o tempo previsível até haver resposta.

Quando é útil, o acompanhamento é articulado com o médico de família, com o psicólogo ou com outras especialidades.

Acompanhamento

As consultas de seguimento servem para avaliar a resposta, ajustar doses, vigiar efeitos adversos e rever objectivos. A frequência depende da fase: mais próxima no início ou em períodos de instabilidade, mais espaçada quando a situação está estável.

Confidencialidade

A consulta está protegida pelo segredo médico. A informação clínica só é partilhada com outros profissionais com o seu consentimento ou nas situações previstas na lei. Por isso, o pedido de marcação deste site não pede nem deve conter informação clínica.

Áreas de intervenção

Se uma avaliação psiquiátrica pode ser útil, o secretariado agenda a primeira consulta.

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Conteúdo da responsabilidade de Pedro Zuzarte, médico psiquiatra.

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